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Análises Críticas pela direção

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maio, 21
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Para que as organizações obtenham maior retorno, em função da Certificação ou Acreditação de seu Sistema de Gestão (SG), é necessária a realização periódica de Análises Críticas (AC). Como a concepção SG é de responsabilidade da Direção o óbvio é que a Direção seja o agente desta Análise Crítica. Mas nem sempre é assim.
Como já foi tratado em artigos anteriores, existem SG que não tem o envolvimento necessário da Direção. Assim, esta não dá a importância devida para a realização de AC. Veja algumas situações reais e avalie se é importante a participação da Direção.
Caso 1 – Em uma fábrica eram utilizados terminais de chumbo. Os terminais eram colocados à disposição da produção e repostos quando necessário. Uma auditoria detectou que a quantidade de terminais utilizada era muito menor que a quantidade disponibilizada. Não foi identificada a localização do material que deveria sobrar, fato considerado sem importância pela Chefia da produção.
Comentário – Ok, falha da Chefia da Produção, mas não é a Direção que define as coordenadas e aprova o SG? As ações não precisam de controle, ou supervisão?
Caso 2 – O acompanhamento de serviços contratados identificou que era comum a curva de avanço do serviço ser muito inferior à de custos previstos para as mesmas etapas. Fato considerado normal pelo setor de planejamento dos Serviços.
Comentário – Ok, tem controle (Planejamento), mas falhou junto com a produção. Não seria o caso de AC mais frequentes, ou outra Ação Corretiva?
Caso 3 – As ameaças e oportunidades identificadas nas AC anteriores não se concretizaram. Os cenários se mostraram diferentes das expectativas, “surpreendendo” a Direção.
Comentários – Certo, agora foi a Direção que falhou. Será que a Direção não precisa de um suporte melhor? Por exemplo, uma consultoria ou um profissional experiente em cenários.
Caso 4 – O indicador de lucratividade dos serviços é sempre aprovado, pela Direção independentemente de ser positivo, com justificativas diversas.
Comentários – Já destaquei o fato do Dono ser responsável por todos, ou seja, todos dependem de suas decisões. Diante desta situação, talvez seja importante considerar o papel da Governança Corporativa.
Os casos acima, que vivenciei em múltiplas organizações, exemplificam os motivos das ações nas mais diversas áreas afetarem a sobrevivência das organizações. Pode-se pensar que são apenas tarefas do dia-a-dia mal realizadas, mas, as AC têm como objetivo reavaliar todo o SG. Por isto englobam todo o conjunto, todos os processos e todos os seus resultados, inclusive de auditorias. Esta análise global permite isolar o fato isolado e identificar claramente os problemas sistêmicos.

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